3 Comentários @
vontade em bater com a “face in the floor” D:
Acreditem gente… Facebook é bem melhor que face in the book. Após vários dias de luta intensa a tentar ler a porra daquele livro pequeníssimo de trezentas e tal páginas para Português com aquela fonte de tamanho 8, cheguei à conclusão, da pior maneira possível, que não vale apena remar contra a corrente. Fiz os possíveis, até ao dia da prova, por ler o máximo que podia, a pontos de ficar com uma puta dor de cabeça e não pensar em mais nada para além daquela história sem qualquer sentido. Li até onde as minhas forças me conseguiram manter acordada porque, como sabemos e muito bem, é impossível lutar contra o sono (e também é impossível lutar contra a corrente, viu “Lia” >.>” ?). Fiz o que podia para ser uma daquelas que leu o livro ou ao menos tentou e não desistiu logo no primeiro parágrafo, como muita gente fez só porque tinham mais que fazer. Pois bem, eu quase que abdiquei de tudo para conseguir o impossível. Como diz a própria palavra, o impossível é algo que só alguém com super-poderes pode tornar possível, mas como sou um ser imperfeito e mortal e não tenho super-poderes, não sou capaz de tornar o impossível em algo possível. Então, pensei melhor e desisti da ideia de ler tudo em 3 dias. Acredito que seja possível ler metade de um livro em 3 dias, mas de certeza que isso não é para mim; é para alguém que consegue ler um parágrafo em menos de um minuto, talvez. Decidi tentar ler o mais que possível, ler até não aguentar mais, até onde a minha capacidade física permitir e esse aguentar foi até ao momento em que comecei a perder a consciência, ontem à noite. E mal feito fora: a profe decidiu fazer uma prova onde era suposto respondermos de acordo com os detalhe que foram dados nas aulas, só porque os fraquinhos que adormeceram ao ler as descrições aborrecidas de Eça de Queirós se recusaram a perder o seu tempo a tentar lutar contra o sono. Mas que merda de prova veio a ser aquela? Uma prova para foder quem realmente tentou e para valorizar a coragem que os queridinhos tiveram para desobedecer à senhora professora?? Bom, se o objectivo era esse, então porque continuo a ser teimosa em ser diferente dos outros, hein? Porque não aprendo de uma vez por todas que imitar os outros é ser cool? Porque é que escolhi uma vida diferente dos outros se a vida deles é melhor que a minha? Como a vida é injusta…
PUTAQUEPARIUMAISESTAVIDADEMERDACARALHOPORRA
Peço desculpa pelos palavrões deste post… eu sei que vocês não têm culpa de nada, tipo, a culpa foi toda minha. Eu deveria ter lido o livro à mais tempo, blablabla, mas se não viesse aqui escrever isto, acho que morreria no momento em que fosse para a minha primeira aula de condução. Se seguisse a minha intuição, nada disto teria acontecido. Mais valia fazer o que os outros fizeram: arrumar/queimar/enterrar o livro e tentar decorar os apontamentos do caderno. Mas como eu sou diferente dos outros, fiz o que deveria ser feito e agora vou ver o sol a nascer aos quadradinhos me ferrar em português D:
[Ouvindo: Talkin' 2 myself - Ayumi Hamasaki]
EDIT: Ops, enganei-me no número de páginas do livro… são 500 e tal e não 300, como falei @_@ Peço desculpa, gente n.n”

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Relieme Hanato, uma garota sonhadora que diz que caiu neste planeta à cerca de 18 anos atrás numa noite de trovoada. Ninguém sabe realmente quem ela é, nem os próprios progenitores que a educaram desde o primeiro dia em que chegou. Só se sabe que é uma espécie de pomba estúpida que só faz disparates atrás de disparates.